Uma bela animação criada pelo francês François-Marc Baillet.
Dois minutos com imagens e trilha musical em perfeita sincronia.
Colhido no Smelly cat
Uma bela animação criada pelo francês François-Marc Baillet.
Dois minutos com imagens e trilha musical em perfeita sincronia.
Colhido no Smelly cat
Kirsten Lepore é animadora, ilustradora freelancer e mora em Nova Jérsei, EUA. Recém graduada no curso de Animação Experimental pela Maryland Institute College of Art, Kirsten já tem um belo trabalho em seu breve currículo. As fotos que ilustram este post são da animação Sweet Dreams (2007), que tem 10 minutos de duração e conta a história de um docinho sonhador que num belo dia resolve construir um barco de açucar e se aventurar pelo mar. A animação em stop-motion levou um ano para ser concluída. O resultado é lindo e outras animações também compõem o site da autora, como “Craig and Walter” (2005) realizada em 3D, com apenas 1 minuto, e “Guess Who” (2006) também em stop-motion e com efeito especial para os nostálgicos apreciadores dos brinquedos da geração 80.
Se tiver tempo, a dica é acessar pangeaday.org para assistir a animação “Sweet Dreams” completa, com mais docinhos e uma floresta de legumes! E aproveitando a carona, outra dica é assistir (no mesmo site) ao curta-metragem L’homme sans tête, (2001), do argentino Juan Diego Solanas.
Enquanto não voltamos, deixo aqui uma criativa animação em stop-motion nos muros de Buenos Aires e Baden, encontrado neste site.
MUTO a wall-painted animation by BLU from blu on Vimeo.

Continuando a ode aos livros… encontrei o lindo site da artista norte-americana Mel Kadel, que utiliza papéis e livros antigos como suporte para seus desenhos criativos e delicados.
Ao contemplar seus desenhos é difícil não pensar nas lembranças perdidas na infância, e volto a citar uma frase de J. M. Barrie, contida dentro do romance Jardins de Kensington:
A amnésia adulta sobre a infância é um dos fenômenos mais interessantes e menos estudados pela comunidade científica, sempre mais preocupada em perpetuar a velhice do que em recuperar a infância.”
Acho que todo mundo tem o costume de colecionar algo estranho ou peculiar. Pois eu tenho o costume de catar os bigodes dos meus gatos caídos no chão. Já tenho uma porção e ainda não sei bem o que fazer com eles. De repente eu invento alguma “coisa” pós-complexa…
E por falar em bigodes, em janeiro ganhei o livro (que está na foto ao lado) dos ‘Gatos do Laerte‘ e é divertidíssimo. Adoro o trabalho do Laerte e todos os seus personagens hilários, como os Piratas do Tietê, Los 3 amigos e o Homem Catraca. Mas é claro que a Gata e o Gato são os meus preferidos e no livro, logo no início da apresentação dos gatos, há uma ótima descrição de suas características e preferências, que descrevo aqui:
Gata - não gosta de ser definida como fêmea do gato; é uma fêmea absoluta, acima das espécies e das estrelas. Curte Luiz Melodia, acredita em Batman, sonha com números e aposta tudo em sexo bizarro.
Gato - Idealista, criativo, inseguro, portador de uma bagagem cultural mais sortida do que profunda. Tem todas as sonatas de Beethoven, mas já foi visto num karaokê, dando tudo de si pra impressionar a gatinha. E conseguiu.
Laerte é um criador talentoso e catlover revelado na contracapa deste mesmo livro, que diz o seguinte: “Trabalha desde 1973, com o objetivo de comprar ração e areia.” Por esta revelação suponho que os gatos do Laerte são sortudos por terem um dono assim tão generoso e legal!

O trabalho da ilustradora canadense Julie Morstad gira em torno dos contos de fadas inspirados na inocência, adicionados a elementos nonsenses. De traços delicados e sutis, seu trabalho é recheado com idéias surreais que muito me lembram o realismo fantástico do escritor argentino Julio Cortázar.
Nas ilustrações de Julie povoam também animais (na maioria pássaros), flores e outros objetos peculiares. A artista aprecia desenhar peles, cabeças decapitadas e longas cabeleiras: “Cabelos, cabeças, rostos, olhos, o que for — eu compreenderei o que significa depois, se significar alguma coisa” — comenta Julie.
São desenhos sobre o corpo e sobre o florescer das coisas. Uma obra que não precisa de significados, basta sentir.
Originalmente produzido por pequenos encadernadores franceses,
Moleskine é uma lendária caderneta de bolso usada e eternizada por alguns dos melhores artistas, como Picasso e Van Gogh (que a usava para seus esboços em aquarela), e muitos escritores, dentre eles Hemingway. Em 1986, o último fabricante dos originais Moleskines parou sua fabricação para sempre. Mas, em 1998, uma companhia italiana trouxe o Moleskine de volta e com sua extraordinária tradição, a pequena caderneta de capa-dura-preta mais uma vez começou a viajar o mundo em diferentes e modernas versões, como esta da foto à direita.
Hoje, uma nova geração de escritores e artistas utilizam as graciosas cadernetas e tornam-se viciados nela. Com isso, muitos projetos interessantes surgem, usando o Moleskine como suporte, como no caso do Moleskine Project, um site aberto à contribuições de todos os artistas que utilizam seus Moleskines para registrar suas idéias inestimáveis. Todos os dias surgem novos desenhos e pinturas e, se não fossem por ótimas iniciativas como esta, que incentivam novos profissionaisa exporem seus trabalhos online, não teríamos a oportunidade de conhecer trabalhos maravilhosos como o do alemão Weizenkeim, ilustrado na foto abaixo.
Aproveite também para passear no site Boonika Art Project, outra comunidade para promover trabalhos e idéias artísticas, criada pelos idealizadores do Moleskine Project, onde há uma outra infinidade de ótimas obras.


É comum pensar que o dia de Halloween é um feriado bobo, comercial e estadunidense. Na verdade os estadunidenses popuparizaram uma tradição originalmente Celta.
A origem do Halloween remonta às tradições dos povos que habitaram as Ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., e não tinha relação com bruxas. Era um festival do calendário celta da Irlanda, celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro. O Festival de Halloween (hallow evening = noite sagrada) era a celebração que comemorava o final do período fértil da Deusa Celta Eiseria. Diz a lenda que quando o ciclo fértil da deusa chegava ao fim, no dia 31 de outubro, o “véu” entre o mundo material e o mundo dos mortos (ancestrais) e dos deuses (mundo divino) ficava mais tênue. Máscaras eram usadas em respeito à deusa que não desejava ser vista pelos olhos dos homens. Este dia também precede o dia de Todos os Santos, que é a celebração do início de um novo ciclo de fertilidade para a Deusa Celta Eiseria.
O Halloween é muito popular na Irlanda, onde é uma data repleta de significados espitiruais, culturais e históricos, e apesar de ser mais conhecida hoje por Halloween, no idioma celta ainda se fala “Oíche/Oidhche Shamhna” que significa a “Noite de Samhain” ou Festival de Outono. Samhain significa ‘novembro’. Tradicionalmente, “Samhain” era tempo de avaliar os rebanhos e estoques de grãos, e decidir quais animais necessitariam ser abatidos para que as pessoas e o gado sobrevivessem durante o inverno. Este costume é, ainda hoje, praticado pelas pessoas que vivem da agricultura e da pecuária.
Na Escócia , a “Noite de Samhain” é um dos principais festivais do calendário celta, e a celebração pelo final da estação da colheita (final do verão). Também está ligado ao Ano Novo Celta. É ainda um costume, em algumas regiões, reservar lugares para os mortos durante a festa de Samhain, e relembrar contos dos antepassados nesta noite.
A relação da comemoração desta data com as bruxas teria surgido na Idade Média com as perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé. Essa designação se perpetuou e a comemoração do Halloween foi levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses no século XIX, ficando assim conhecida como o “dia das bruxas”.
Fonte: Wikipedia
Últimos Comentários