Quem diz que gato é arrogante, egoísta, safado e espertalhão não conhece um gato. Gato é zen, é Tao, vê além do homem e relaciona-se com a essência. Exige respeito pela sua individualidade, mas também sabe respeitar a dos que o cercam.
Não pede amor, mas é exigente com quem ama e exige retribuição. Discreto, quando manifesta afeto é muito verdadeiro.
Se o homem não sabe ver o gato, o gato sabe ver o homem. Vê mais, vê dentro, vê além. O gato é uma lição diária de harmonia, equilíbrio e fidelidade. Suas manifestações são íntimas e profundas, vive do verdadeiro e não se ilude com aparências.
Em toda a natureza, ninguém aprendeu a bastar-se como um gato!
(Adaptação do texto de Artur da Távola [03/01/1936 — 09/05/2008])
Adorei!
O gato é zen, é tao e é pop!
O gato é a boneca emília, é criança que não é anjo - é amoral!
Sabe leila desde criança, sempre odiei o Jerry (e o Piu-Piu)> Aqueles sacanas que sempre levam a melhor sobre o Tom e o Frajola! Não sabe como eu sofria com aqueles desenho, até hj só de ver aquele ratinho me sobe um ódio de vulcão…
Ufa! “desabafei” (acho tão engraçada essa palavra)
Por isso gostei tanto dessa defesa do AT! Odeio essa gente que fala mal de gato, usando uns argumentos moralistas – tipo fidelidade e outras baboseiras. Eu hein, papo de corno…
e o gato paga o pato
KKKKKK!
po, isso é o que eu sempre pensei sobre os gatos, mas nunca tive a maestria de escrever. Adorei!! hehehe
gostei do comentario da sua amiga sobre o papo de corno…hohoho
beijo
Obrigada, Samanta. Prá falar a verdade, quase apaguei essa parte (do”corno”), pq acho moralista tb. Mas não resisto a uma piada…
bj, f
corrigido querida!!
adorei a participação de vcs!!
este texto do Artur tenho desde 2000 e ele sempre me acompanha nos meus projetos felinos!!!
Beijos
vai fazer falta o velhinho, né?
um beijo pra ti, leila querida
beijos pra vc tbem querida Paula!!
Chora a Música, põem-se as Letras em queixumes, mas o ambiente cultural, no Brasil, ainda assim, não está de luto. A Távola continua enriquecida e, a cada dia mais iluminada. Ele não partiu! foi apenas recuperar-se das mazelas deixadas pelos embates que lhe desgastaram o invólucro carnal. Imagino-o em longos e parolantes passeios pelos jardins do Éden, ao lado de Mozart, Chopin, com direito a umas fugidinhas para um chopinho com Bach.
Entre versos, crônicas e acordes, dançou a dança da vida. Agora, dança a dos Anjos, enquanto prepara a hora de voltar.
Não o esqueço, mas não me sinto enlutada. Agora, ele é só a sua alma, é eterno. É a energia que cativou tantos corações apaixonados.
Um dia nos encontraremos.
Obrigada, Samanta, pela homenagem ao nosso Velho Távola!
Como ele, também adoro gatos!
Angela Gurgel
Obrigada pela visita Angela, e viva Artur da Távola!!