Múmia de gato

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Museu do Brooklyn desenvolve pesquisa sobre múmias de animais.

Durante meses de pesquisa, o laboratório de conservação do Brooklyn Museum está examinando os raios-x de sua coleção, que consistem em 60 animais ao todo. Recentemente, o museu conta com a ajuda do Dr. Anthony Fischetti, radiologista do The Animal Medical Center que chegou ao museu especificamente para examinar radiografias de múmias de gatos.

Faz parte da coleção a múmia de um gato jovem, envolvido com simples peças de roupas para gatos maiores, com padrões muito complexos de linho tingido e cortado em finas tiras. Os invólucros e caixões, quando presentes, representam uma enorme variedade de estilos e níveis de complexidade. Seus caixões podem ser simples caixas de pedra com desenhos policromados, com desenhos na madeira em forma de gatos sentados ou com elaborada decoração policromada e dourada.

Ao analisar as radiografias, os veterinários foram capazes de confirmar que os animais eram gatos, bem como nos dar informações sobre a possível idade do felino. Dependendo do tamanho e forma do crânio e dentes, indicaram se o gato mumificado era de uma espécie de gato doméstico (Felis silvestris) ou uma espécie selvagem (Felis chaus). Quanto mais instituições estudarem suas coleções de múmias de animais antigos, mais perguntas surgirão a respeito dos diferentes estilos de mumificações e das espécies de animais mumificados.

Na sequência das pesquisas, o Departamento de Medicina Veterinária da Universidade da Califórnia coordena o projeto Genoma Felino, que estuda o antigo DNA dos felinos e o que ele pode nos dizer sobre a atual população de gatos domésticos.

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Adaptado daqui.

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